terça-feira, 4 de agosto de 2015

A memória e o envelhecimento

Imagem: Google



Podemos definir a memória como uma habilidade que o organismo tem em reter informações e utilizá-las posteriormente. Portanto, é o alicerce da aprendizagem do ser humano, pois determina a capacidade de processar informação, seguir instruções e acompanhar as atividades em sala de aula, por exemplo.

Desta forma, não podemos falar em aprendizagem sem memória, pois esses dois processos estão inter-relacionados e são as bases para a construção do conhecimento do indivíduo.

Com o processo natural de envelhecimento e/ou com o surgimento de doenças como Alzheimer, algumas alterações cognitivas ocorrem, sendo que a dificuldade na memória de curto prazo é uma das principais queixas dos idosos. Eles passam a esquecer dos fatos ocorridos há pouco tempo (leia-se também poucas horas), mas geralmente se lembram de situações ocorridas na infância, por exemplo.

Por esta razão a sua manutenção se faz necessária. Trabalhar e estimular essa habilidade é de extrema importância para manter o idoso ativo e independente nas suas atividades do cotidiano.


Com base nas pesquisas de atividades de estimulação, preparei quatro exercícios que disponibilizei no site Esclerose Múltipla Virtual para download.  Para baixar os arquivos, basta acessar este link e verificar o final do post. 








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